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Se Eu Vivesse Tu Morrias

Bios

Miguel Castro Caldas

 

MIGUEL CASTRO CALDAS

Escreve para a cena e para o papel, traduz e dá aulas de dramaturgia na licenciatura de Teatro na Escola Superior de Artes e Design. Trabalhou em teatro com Bruno Bravo, Jorge Silva Melo, Gonçalo Waddington, António Simão, Tiago Rodrigues, Gonçalo Amorim, Teresa Sobral, Raquel Castro, Pedro Gil, Lígia Soares, entre outros. Alguns dos seus textos estão publicados na colecção Livrinhos de Teatro dos Artistas Unidos, na editora Ambar, na Douda Correria, na Mariposa Azual, na Culturgest, na Primeiros Sintomas, e nas revistas Artistas Unidos, Fatal e Blimunda. Traduziu Samuel Beckett, Harold Pinter, Ali Smith, William Maxwell, Joyce Carol Oates, Salman Rushdie, Senel Paz, entre outros.

LÍGIA SOARES

Coreógrafa e dramaturga portuguesa. Começou o seu trabalho nas artes performativas na Companhia de Teatro Sensurround em 1997. Criou desde 2001 mais de 20 peças da sua autoria, a solo ou em colaboração. O seu trabalho tem sido apresentado nacional e internacionalmente estando presente em vários programas internacionais de dança contemporânea. Foi artista residente da TanzFabrik-Berlin de 2004 a 2006, em 2008 integra o programa internacional DanceWeb em Viena. Juntamente com a sua irmã Andresa Soares é directora artística da Máquina Agradável (Lisboa) através da qual produz os seus trabalhos. Tem promovido vários programas nacionais e internacionais de programação com outros artistas ou em projectos colectivos como o Demimonde. “Celebração”, Culturgest 2012, “Demimonde na Galeria da Boavista”, 2013, “Meio-Mundo Estrada Fora”, Lisboa/Porto/Madrid/Paris, 2014, “Face a Face- Programa Luso-Brasileiro de Artes Performativas”, 2015, Brasília, 2016, Rio de Janeiro. A sua peça “Romance”, de 2015,  foi editada pela Douda Correria. Na temporada 2015/2016 foi membro do laboratório de escrita para teatro do Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa. 

maquinaagradavel.com

 

 

MIGUEL LOUREIRO

Formado pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequentou o Seminário The Rethorics of Testing, com Jan Ritsema e Bojana Cvejic. Foi intérprete em teatro, ópera e performance com Nuno Carinhas, Luís Miguel Cintra, Bruno Bravo, João Grosso, Luís Castro, André Guedes, Pedro Barateiro, Sara Carinhas, Lúcia Sigalho, Maria Duarte, Álvaro Correia, Jean-Paul Buchieri, Carlos Pimenta, André e. Teodósio, João Pedro Vaz, Tónan Quito, Nuno M. Cardoso e Miguel Castro Caldas. Como encenador trabalhou com estruturas  como o Cão Solteiro, o Rumo do Fumo, Galeria ZDB, Mala Voadora. Por “Juanita Castro” recebeu uma Menção Honrosa da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e por Contos do Ócio recebeu o Prémio de Interpretação do Concurso Teatro na Década.

Foi nomeado para o Prémio de Teatro Europeu- Novas Realidades. Foi o fundador e director artístico do colectivo 3/Quartos. Escreveu a sua primeira peça “Pergunta a Duquesa ao Criado”, em 2012.

 

TIAGO BARBOSA

Nasceu em 1970. É licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Participou em espectáculos com direcção de Gustavo Ciríaco, Nuno Gil, Paula Sá Nogueira e André Godinho, Maria Gil, Jorge Andrade e Miguel Pereira, Dinarte Branco e Tiago Nogueira, Martim Pedroso, Mónica Calle, Bernard Sobel, Lúcia Sigalho, Miguel Loureiro, Francisco Alves, João Lourenço, António Pires, Catalina Buzoianu, Jorge Silva Melo, Adelino Tavares, Paulo Lages, Marcos Barbosa,  Joclécio Azevedo, Vítor Hugo Pontes, Inês Jacques, Rita Natálio, Ainhoa Vidal e Edward Fão, entre outros.  Fez pequenos papéis em filmes de Sandro Aguilar, Manuel Pradal, Francisco Manso, entre outros. Participou pontualmente em séries e telenovelas. Integrou o projecto de Arte e Ciência “Raízes da Curiosidade”. Encenou o espectáculo “A Grande Sombra Loira”, a partir de sonetos de Florbela Espanca.

 

 

 

FILIPE PINTO

Vive e trabalha em Lisboa. Criou projectos para a Experimentadesign, galeria a9))), e para as revistas Imprópria, Intervalo, Wrong Wrong e ESC:ALA. Publicou ensaios, críticas e recensões nas revistas Artecapital, Imprópria, Intervalo, Wrong Wrong, Cinema e em edições de autor. 

www.filipepinto.weebly.com

www.inappropriatepoetry.wordpress.com


GONÇALO ALEGRIA

Lisboa, 1976. Estudou música com Walter Lopes, José Eduardo, Mário Delgado. Foi professor de Som e de Luz na escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo. Frequentou o Curso de Artes da Performance Interdisciplinares e Tecnológicas, Programa Gulbenkian Criatividade em 2008. Membro do colectivo Silvestre Alegria. Desenvolve uma pesquisa artística interdiscilpinar onde usa entre outras matérias o som, rádio, performance, e a escrita. Trabalha em teatro desde 1999. Colaborou entre outros com Ainhoa Vidal, Marina Nabais, Companhia Caótica, João Ferro Martins, Daniela Silvestre, Máquina Agradável, Teatro do Vestido, Silvia Pinto Coelho, João Pedro Vaz, SubUrbe, Teatro Praga, Ninho de Víboras, Teatro Meridional.

 

 

 

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Merces Tomaz Gomes

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Vitorino Coragem

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