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Poeira de Estrelas

Bios

Yola Pinto, Noiserv, Rui Catalão, Sara Franqueira, Cristóvão Cunha


Yola Pinto – Coreografia e interpretação
N. 1974. Licenciou-se em Arquitetura ao mesmo tempo que completava o seu plano de formação em Dança Contemporânea no CEM. Em 2001 parte para Amesterdão onde tem a oportunidade de trabalhar com a Magpie Company, investigadora de discursos improvisados em várias áreas. Desde então tem direcionado o seu trabalho de criação e formação na pesquisa de cruzamentos em conjunto com artistas plásticos, desenhadores e músicos. Participou como intérprete para vários criadores em dança, teatro e cinema, mas é no desenvolvimento do seu trabalho pessoal que se reflete uma profunda contaminação pela sua formação paralela, patente na concepção de várias instalações sempre associadas ao movimento.
Integra desde 2003 o corpo de professores do CEM na área da dança e desde 2007 o SE da Fundação Culturgest, onde desenvolve continuamente a ligação do movimento com obras e temáticas de linguagens distintas para públicos de várias psico-fisicalidades.
Desenvolve com regularidade atividades pedagógicas e de formação (professores, estudantes universitários, mediadores culturais), no âmbito das ligações entre a dança e o desenho, em contexto museológico, bibliotecas e teatros em vários pontos dentro e fora do país.

Noiserv (David Santos) – Música
Criado em meados de 2005 pelo músico David Santos, noiserv tem vindo a afirmar-se como um dos mais criativos e estimulantes projetos musicais, de entre os surgidos em Portugal na última década. O seu percurso tem sido marcado pela criação de canções capazes de atingir cada individuo na sua intimidade, relembrando-lhe vivências, momentos e memórias intrincadas entre a realidade e o sonho.
Noiserv, a quem já chamaram "o homem-orquestra" ou "banda de um homem só", conta no seu currículo com o bem sucedido disco de estreia “One Hundred miles from thoughtlessness” [2008], o EP “A day in the day of the days” [2010], mais de 4 centenas de concertos por Portugal e resto do Mundo e ainda uma série colaborações em Teatro e Cinema.
Em Outubro de 2013 noiserv editou o seu novo disco de nome “Almost Visible Orchestra”. Este é o disco em que noiserv deixa o preto e branco e nos apresenta o seu mundo a cores. Um disco mais denso e complexo que os anteriores mas nunca perdendo a identidade pela qual se deu a conhecer há quase dez anos.
No inicio de 2014 este disco foi galardoado como melhor disco de 2013 pela SPA, Sociedade Portuguesa de Autores.
Em Novembro, noiserv decide editar o seu primeiro registo ao vivo, um DVD com o título “Everything should be perfect even if no one's there”, uma boa forma de assistir de perto a um concerto do músico português.
DISCOGRAFIA: 2005 – 56010-92 (EP) 2008 – One Hundred Miles from thoughtlessness (LP) 2010 – A day in the day of the days (EP) 2011 – One Hundred Miles from thoughtlessness (LP) + A day in the day of the days (EP) [double edition] 2013 – Almost Visible Orchestra (LP)
LINKS:
www.noiserv.net www.facebook.com/noiserv www.noiserv.bandcamp.com www.youtube.com/noiserv


Sara Franqueira – Espaço cénico
Licenciada em Arquitetura e Mestre em Estudos de Teatro. Doutoranda na Faculdade de Letras e mediadora de arte contemporânea para várias entidades destacando-se o Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian e o Museu de Arte Contemporânea Coleção Berardo. Tem vindo a conceber e realizar uma série de atividades artísticas e formações para diversos públicos e foi professora do 2º e 3º ciclo. É autora de mais de 30 espaços cénicos teatrais e trabalha igualmente em projetos performativos e transdisciplinares de sua autoria ou como responsável pelo universo plástico.

 

Rui Catalão – Apoio à dramaturgia
Rui catalão (n. 1971) apresentou nos últimos seis anos uma série de solos autobiográficos: “Dentro das palavras”, “Av. dos Bons Amigos”, “Canções i comentários”, “A Grande Dívida – ciclo de conferências” e “Trabalho Precário”. Neles faz o retrato da vida privada da sua geração. A sua peça mais recente é “Judite” (apresentada no Teatro Nacional D. Maria II, já este ano). Paralelamente, tem desenvolvido projectos pedagógicos, como “Domados ou não” e, mais recentemente, a oficina de teatro “Agora, faz tu!”, com incidência em métodos de trabalho, construção dramatúrgica, autonomia criativa e tomadas de decisão em tempo real. Escreveu também “Ester” para o programa de teatro juvenil Panos, da Culturgest. O seu trabalho ronda a fronteira entre o espaço privado e o espaço público, os temas da memória, da fragilidade, da manipulação e da transparência. Nos últimos 16 anos, trabalhou em peças de João Fiadeiro (estreou-se com “O que eu sou não fui sozinho”, em 2000), Miguel Pereira, Ana Borralho-João Galante, Manuel Pelmus, Mihaela Dancs, Madalina Dan, Edi Gabia e, mais recentemente, as revelações Sofia Dinger, Urândia Aragão e Elmano Sancho. Para cinema, escreveu os guiões de “O capacete dourado” e “Morrer como um homem”, participou como actor em “A Cara que mereces”, foi jornalista, crítico musical e de literatura no jornal Público e no Jornal de Sintra. Organizou e editou “Anne Teresa De Keersmaeker em Lisboa” e escreveu “Ingredientes do Mundo Perfeito”, sobre a obra teatral de Tiago Rodrigues.


Cristóvão Cunha - Desenhado de luz
Licenciado em Comunicação Social na ESEV e Comunicación Audiovisual na Facultad de Ciencias Sociales em Salamanca. Começou no Teatro da Academia de Viseu em 97 e Cine Clube de Viseu onde ainda é membro da Assembleia Geral, iniciando o percurso profissional no Teatro Viriato em 2000, depois de passagens na ATEI Madrid e TSF Lisboa. Actualmente director técnico em digressões Produções Independentes, operação e montagem luz, na Companhia Paulo Ribeiro desde 2002 (direcção técnica da digressão de Festa (da Insignificância) 2015/16, e director técnico dos Jardins Efémeros em Viseu, para além de desenhos de luz e digressões em outras companhias nacionais e internacionais como Paulo Ribeiro, Madelena Vitorino, Circolando, John Mowat, Romulus Neagu, ZunZum, Patrick Muryes, Ferloscardo, Yola Pinto, Emanuela Guaiana, Anne Queffélec, Almina Aloui, Pieter Michael Dietz, Leonor Keil, Giacomo Scalisi, Jorge Fraga, Claudio Hauchman, Sónia Barbosa, Olga Roriz, Eric Moed, Marta Pazos, Tânia Carvalho, Rui Catalão, Teatro do Vestido, Nils Frahm, Holly Herndon, Teresa Gentil, Amarelo Silvestre, Gonçalo Tocha. Como actor trabalhou com Jorge Fraga, John Mowat e Graeme Pulleyn. Encenador e Director artístico do Festival Palco Para Dois ou Menos desde 2006, organizado pelo NACO.

 

Yola Pinto – Coreografia e interpretação

N. 1974. Licenciou-se em Arquitetura ao mesmo tempo que completava o seu plano de formação em Dança Contemporânea no CEM. Em 2001 parte para Amesterdão onde tem a oportunidade de trabalhar com a Magpie Company, investigadora de discursos improvisados em várias áreas. Desde então tem direcionado o seu trabalho de criação e formação na pesquisa de cruzamentos em conjunto com artistas plásticos, desenhadores e músicos. Participou como intérprete para vários criadores em dança, teatro e cinema, mas é no desenvolvimento do seu trabalho pessoal que se reflete uma profunda contaminação pela sua formação paralela, patente na concepção de várias instalações sempre associadas ao movimento. 

Integra desde 2003 o corpo de professores do CEM na área da dança e desde 2007 o SE da Fundação Culturgest, onde desenvolve continuamente a ligação do movimento com obras e temáticas de linguagens distintas para públicos de várias psico-fisicalidades.

Desenvolve com regularidade atividades pedagógicas e de formação (professores, estudantes universitários, mediadores culturais), no âmbito das ligações entre a dança e o desenho, em contexto museológico, bibliotecas e teatros em vários pontos dentro e fora do país.

 

Noiserv (David Santos) – Música

Criado em meados de 2005 pelo músico David Santos, noiserv tem vindo a afirmar-se como um dos mais criativos e estimulantes projetos musicais, de entre os surgidos em Portugal na última década. O seu percurso tem sido marcado pela criação de canções capazes de atingir cada individuo na sua intimidade, relembrando-lhe vivências, momentos e memórias intrincadas entre a realidade e o sonho.

Noiserv, a quem já chamaram "o homem-orquestra" ou "banda de um homem só", conta no seu currículo com o bem sucedido disco de estreia “One Hundred miles from thoughtlessness” [2008], o EP “A day in the day of the days” [2010], mais de 4 centenas de concertos por Portugal e resto do Mundo e ainda uma série colaborações em Teatro e Cinema.

Em Outubro de 2013 noiserv editou o seu novo disco de nome “Almost Visible Orchestra”. Este é o disco em que noiserv deixa o preto e branco e nos apresenta o seu mundo a cores. Um disco mais denso e complexo que os anteriores mas nunca perdendo a identidade pela qual se deu a conhecer há quase dez anos.

No inicio de 2014 este disco foi galardoado como melhor disco de 2013 pela SPA, Sociedade Portuguesa de Autores.

Em Novembro, noiserv decide editar o seu primeiro registo ao vivo, um DVD com o título “Everything should be perfect even if no one's there”, uma boa forma de assistir de perto a um concerto do músico português.

DISCOGRAFIA:
2005 – 56010-92 (EP)
2008 – One Hundred Miles from thoughtlessness (LP)
2010 – A day in the day of the days (EP)
2011 – One Hundred Miles from thoughtlessness (LP) + A day in the day of the days (EP) [double edition] 2013 – Almost Visible Orchestra (LP)

LINKS:

www.noiserv.net www.facebook.com/noiserv www.noiserv.bandcamp.com www.youtube.com/noiserv

 

 

Sara Franqueira – Espaço cénico

Licenciada em Arquitetura e Mestre em Estudos de Teatro. Doutoranda na Faculdade de Letras e mediadora de arte contemporânea para várias entidades destacando-se o Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian e o Museu de Arte Contemporânea Coleção Berardo. Tem vindo a conceber e realizar uma série de atividades artísticas e formações para diversos públicos e foi professora do 2º e 3º ciclo. É autora de mais de 30 espaços cénicos teatrais e trabalha igualmente em projetos performativos e transdisciplinares de sua autoria ou como responsável pelo universo plástico.

 

 

 

Rui Catalão – Apoio à dramaturgia

Rui catalão (n. 1971) apresentou nos últimos seis anos uma série de solos autobiográficos: “Dentro das palavras”, “Av. dos Bons Amigos”, “Canções i comentários”, “A Grande Dívida – ciclo de conferências” e “Trabalho Precário”. Neles faz o retrato da vida privada da sua geração. A sua peça mais recente é “Judite” (apresentada no Teatro Nacional D. Maria II, já este ano). Paralelamente, tem desenvolvido projectos pedagógicos, como “Domados ou não” e, mais recentemente, a oficina de teatro “Agora, faz tu!”, com incidência em métodos de trabalho, construção dramatúrgica, autonomia criativa e tomadas de decisão em tempo real. Escreveu também “Ester” para o programa de teatro juvenil Panos, da Culturgest. O seu trabalho ronda a fronteira entre o espaço privado e o espaço público, os temas da memória, da fragilidade, da manipulação e da transparência. Nos últimos 16 anos, trabalhou em peças de João Fiadeiro (estreou-se com “O que eu sou não fui sozinho”, em 2000), Miguel Pereira, Ana Borralho-João Galante, Manuel Pelmus, Mihaela Dancs, Madalina Dan, Edi Gabia e, mais recentemente, as revelações Sofia Dinger, Urândia Aragão e Elmano Sancho. Para cinema, escreveu os guiões de “O capacete dourado” e “Morrer como um homem”, participou como actor em “A Cara que mereces”, foi jornalista, crítico musical e de literatura no jornal Público e no Jornal de Sintra. Organizou e editou “Anne Teresa De Keersmaeker em Lisboa” e escreveu “Ingredientes do Mundo Perfeito”, sobre a obra teatral de Tiago Rodrigues. 

 

 

Cristóvão Cunha - Desenhado de luz

Licenciado em Comunicação Social na ESEV e Comunicación Audiovisual na Facultad de Ciencias Sociales em Salamanca. Começou no Teatro da Academia de Viseu em 97 e Cine Clube de Viseu onde ainda é membro da Assembleia Geral, iniciando o percurso profissional no Teatro Viriato em 2000, depois de passagens na ATEI Madrid e TSF Lisboa. Actualmente director técnico em digressões Produções Independentes, operação e montagem luz, na Companhia Paulo Ribeiro desde 2002 (direcção técnica da digressão de Festa (da Insignificância) 2015/16, e director técnico dos Jardins Efémeros em Viseu, para além de desenhos de luz e digressões em outras companhias nacionais e internacionais como Paulo Ribeiro, Madelena Vitorino, Circolando, John Mowat, Romulus Neagu, ZunZum, Patrick Muryes, Ferloscardo, Yola Pinto, Emanuela Guaiana, Anne Queffélec, Almina Aloui, Pieter Michael Dietz, Leonor Keil, Giacomo Scalisi, Jorge Fraga, Claudio Hauchman, Sónia Barbosa, Olga Roriz, Eric Moed, Marta Pazos, Tânia Carvalho, Rui Catalão, Teatro do Vestido, Nils Frahm, Holly Herndon, Teresa Gentil, Amarelo Silvestre, Gonçalo Tocha. Como actor trabalhou com Jorge Fraga, John Mowat e Graeme Pulleyn. Encenador e Director artístico do Festival Palco Para Dois ou Menos desde 2006, organizado pelo NACO.

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©Ana Rita Mendes